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Nº 5710
Nacional

Senado presta homenagem ao ex-senador Freitas Cavalcanti

Brasília – O Plenário do Senado aprovou voto de pesar e envio de condolências à família pelo falecimento do ex-senador alagoano Freitas Cavalcanti, em Maceió, em 29 de agosto, aos 94 anos. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) prestou homenagem ao político

Por | Edição do dia 11/09/2002 - Matéria atualizada em 11/09/2002 às 00h00

Brasília – O Plenário do Senado aprovou voto de pesar e envio de condolências à família pelo falecimento do ex-senador alagoano Freitas Cavalcanti, em Maceió, em 29 de agosto, aos 94 anos. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) prestou homenagem ao político lembrando ter sido ele membro da Mesa e presidido a extinta Comissão de Finanças no Senado. “Ele destacou-se como um dos principais líderes do Estado”, afirmou Renan, lamentando, em seu pronunciamento, a morte de Freitas Cavalcanti. Renan lembrou a longa carreira política, de 22 anos, do ex-senador, que foi também jornalista e advogado. O líder do PMDB recordou que Freitas Cavalcanti foi eleito deputado estadual por Alagoas em 1940 e, no período de 1945 a 1954 foi, por duas vezes, o deputado federal mais votado pela UDN. Além disso – afirmou Renan – “...Cavalcanti jamais se separou de suas origens, tendo, em boa parte por isso, ingressado nos quadros do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, e sido eleito membro da Academia Alagoana de Letras — instituições onde se tornou um dos guardiões das memórias de nosso povo”. O senador alagoano afirmou que Cavalcanti honrou sua terra, ainda, por ter chegado a ocupar a Presidência do Tribunal de Contas da União, de 66 a 67. Renan usou uma citação de Aurélio Buarque de Holanda, num prefácio de um dos livros do próprio Freitas Cavalcanti, “Profecia das Águas”, para resumir a paixão do ex-senador por sua terra: “Freitas Cavalcanti é um barroco. Nascido em Penedo, o barroco de suas igrejas foi, para ele, uma predição. Certas páginas suas estão empapadas de barroquismo e lembram, pelo caráter fragmentário de que se revestem, verdadeiras rapsódias...”

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