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Dilma descarta ajuda para fundo europeu

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Cannes, França ? A presidente Dilma Rousseff descartou a possibilidade de dar uma contribuição direta para ajudar a Europa. Segundo ela, qualquer ajuda deve ser feita por meio do Fundo Monetário Internacional (FMI). ?Não tenho a menor intenção de fazer uma contribuição direta para o EFSF?, disse, referindo-se ao fundo de resgate europeu para os países em dificuldades. ?Se nem eles têm, porque eu teria??. Dilma contou que a China também expressou a avaliação de que o suporte para a Europa deveria ser feito por meio do FMI, e não diretamente. Ela reafirmou que o Brasil propôs a concessão de créditos bilaterais ao FMI, que são feitos com as reservas internacionais. Segundo a presidente, os recursos endereçados ao fundo possuem garantias. ?O dinheiro brasileiro de reserva é dinheiro que você protege, foi tirado com suor do nosso povo e não pode ser usado de qualquer jeito. O FMI é aplicação AAA, absolutamente garantida?, disse Dilma em entrevista à imprensa. Premiê obtém voto de confiança | CAROLINA VILA-NOVA / Folhapress Berlim, Alemanha ? Com a crise europeia sendo o foco das reuniões no G20, a Grécia vivia mais um momento de decisão. O premiê da Grécia, George Papandreou, sobreviveu ontem a um crucial voto de confiança pelo Parlamento, após se comprometer a iniciar conversas, a partir de hoje, para a formação de um governo de unidade nacional. Em discurso antes da votação e diante da pressão para que renunciasse, Papandreou afirmou que novas eleições agora seriam catastróficas para o país e que estaria disposto a abrir mão se seu posto caso houvesse consenso para um governo de união.

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