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Artes�os alagoanos exp�em na Rio+20

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Rio de Janeiro ? O Aterro do Flamengo virou uma grande aldeia de etnias, ideias e culturas. O cenário de uma das praias mais belas do Rio de Janeiro, com vista para o Pão de Açúcar e parques arborizados é o palco da Cúpula dos Povos, evento paralelo da Rio+20 que mais atrai ativistas políticos, ecologistas, turistas e o povo carioca. O último domingo foi uma celebração à paz e ao futuro do planeta. Em cada tenda, alameda, sombra de árvore ou gramado, os povos do mundo se encontram e ?respiram? o desenvolvimento sustentável. Muito diferente da programação oficial (e chata) do Riocentro, os eventos na Zona Sul e no Centro (incluindo Forte de Copacabana, Pier Mauá e Quinta da Boa Vista) são um sucesso. Já o Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, espaço gigantesco aberto em frente ao Riocentro para receber pessoas sem credencial é o maior fiasco de público do evento. A Barra fica muito longe e é vista como um ?castigo? para os delegados da Organização das Nações Unidas (ONU) que demoram entre duas e três horas para chegar ao local da conferência oficial. Enquanto isso, no lado informal do evento, tupinambás, hippies, escandinavos, africanos, orientais, hindus, sambistas cariocas e artesãos alagoanos se esbarram e trocam experiências na Cúpula dos Povos. O domingo ensolarado ajudou. O ônibus do Instituto do Meio Ambiente (IMA) com quase vinte representantes de Alagoas chegou por volta das 10h para montar a exposição dos produtos que receberam o selo Mercado Mata Atlântica.

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