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Brasil reduz desigualdade entre sexos, aponta f�rum
Genebra, Suíça ? O Brasil oferece a meninos e meninas a mesma possibilidade de acesso à educação e à saúde. Porém, a diferença de renda entre os sexos continua grande. Nesse cenário, o Brasil subiu 20 posições, mas ainda ocupa apenas o 62º lugar entre 129 países no ranking que estima a condição das mulheres na sociedade. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Fórum Econômico Mundial. Segundo o Fórum, nenhum país no mundo tem uma condição de igualdade total entre homens e mulheres. Os que mais se aproximam são Islândia, Finlândia, Suécia e Noruega. Nesses locais, o analfabetismo feminino foi solucionado há décadas e as mulheres têm direito a voto há quase cem anos. No ranking, os Estados Unidos estão na 22ª posição, a Itália, na 80ª e o Japão, na 101ª. De acordo com os pesquisadores, o Brasil conseguiu subir 20 posições em relação ao levantamento de 2011 graças à melhoria de acesso à escola e à saúde. Hoje, o País está em primeiro lugar no ranking no que se refere ao acesso à escola para meninas ? uma realidade vista em apenas 20 países. No Ensino Fundamental, para cada 95 meninas há 94 meninos. No Ensino Médio, a diferença cresce: são 85 garotas para cada 78 garotos.