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Nº 5692
Nacional

Delegada diz que Eliza foi asfixiada

Contagem, MG – Sem a testemunha-chave nem testemunhas de defesa, o julgamento do goleiro Bruno Fernandes Souza, 28, começou ontem marcado pela fala da delegada que ouviu um primo do ex-jogador na época do desaparecimento de Eliza Samudio. A delegada Ana

Por | Edição do dia 05/03/2013 - Matéria atualizada em 05/03/2013 às 00h00

Contagem, MG – Sem a testemunha-chave nem testemunhas de defesa, o julgamento do goleiro Bruno Fernandes Souza, 28, começou ontem marcado pela fala da delegada que ouviu um primo do ex-jogador na época do desaparecimento de Eliza Samudio. A delegada Ana Maria Santos, sabatinada por mais de cinco horas, relatou momentos que antecederam a morte da ex-amante do goleiro, segundo o que ouviu do então adolescente João Luiz Rosa, hoje com 19 anos. Foi o depoimento dele que revelou o caso, em 2010. Jorge cumpriu medida socioeducativa por participação. Arrolado tanto pela acusação como pela defesa, não apareceu ontem no Tribunal do Júri de Contagem (MG). A defesa abriu mão de todas as suas testemunhas e disse que apostará no debate. OMISSÕES Os defensores questionaram a delegada sobre supostas omissões e falhas na investigação. Um desses pontos foi a ausência do ex-policial José Laureano de Assis Filho, o Zezé, na lista de indiciados. Foram desprezadas dezenas de mensagens trocadas por Zezé com os principais suspeitos do crime. A delegada disse que não tinha elementos para indiciá-lo.

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