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Nacional

Governo tenta evitar que MPs percam validade

Brasília, DF – Em um novo descompassado da articulação política e mais um embate com o PMDB, desta vez tendo o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), como personagem principal, o governo passou a terça-feira tentando assegurar a votação, no Senado, d

Por | Edição do dia 29/05/2013 - Matéria atualizada em 29/05/2013 às 00h00

Brasília, DF – Em um novo descompassado da articulação política e mais um embate com o PMDB, desta vez tendo o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), como personagem principal, o governo passou a terça-feira tentando assegurar a votação, no Senado, de medidas provisórias que perderão a validade na próxima segunda-feira, 3. A principal delas é a que reduz tarifas das contas de luz, promessa da presidente Dilma Rousseff. Até as 21h, a proposta não tinha sido apreciada pelos senadores. No início da tarde, o presidente do Senado avisou que não leria as MPs ao plenário – uma sobre as tarifas de energia e outra sobre desonerações tributárias. Alegou que havia se comprometido com as lideranças da base aliada e com o Palácio do Planalto, no polêmico episódio da votação da Medida Provisória dos Portos, há duas semanas, que só colocaria em votação os textos que chegassem ao Senado com um prazo de pelo menos sete dias antes do vencimento. Como esse não era o caso da MP da tarifa da energia, Renan deixou claro que não faria um novo esforço político para aprovar uma proposta de interesse do Palácio do Planalto. A MP permitia o uso de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para compensar descontos concedidos a alguns setores e viabilizar a redução da conta de luz.

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