Nacional
PMDB ameniza corte no Or�amento
Brasília ? Peemedebistas da Câmara dos Deputados minimizaram ontem o anúncio do corte orçamentário de R$ 44 bilhões, o que acabou reduzindo a R$ 6,510 bilhões as emendas parlamentares individuais. Líderes do PMDB, que vivem um conflito aberto com o Palácio do Planalto, destacaram que os cortes atingiriam as emendas de bancada e não são expressivos o suficiente para piorar a desgastada relação com o governo Dilma Rousseff. ?Para os deputados, mais importante são as individuais. Elas foram preservadas e são agora impositivas?, comentou o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). O peemedebista adotou um discurso ameno ao falar do contingenciamento das emendas e disse que a conjuntura do País tem de ser considerada, mesmo que a retenção dos recursos atrapalhe a entrega de obras nas bases eleitorais. O líder do PMDB na Casa, deputado Eduardo Cunha (RJ), prevê que os cortes devem causar ?chiadeiras? entre os parlamentares, mas ponderou que o governo promoveu o contingenciamento de forma linear e agiu corretamente na escolha dos setores a serem atingidos. ?O governo fez o que diz a lei?, afirmou.