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Ap�s sa�da, partido perde apenas 1% dos cargos

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Brasília, DF ? O saldo da semana em que o PMDB anunciou o rompimento com o governo federal, e o Palácio do Planalto passou a usar os cargos do ex-aliado para segurar o apoio de outros partidos da base contra o impeachment da presidente Dilma, é de mudanças em 1% dos cerca de 600 cargos ocupados por filiados ou apadrinhados do partido do vice-presidente Michel Temer. Levantamento feito em informes publicados no Diário Oficial da União e em apurações da reportagem aponta que, de todos os cargos ocupados por funcionários vinculados ao PMDB em estatais, bancos e órgãos públicos e de nível Direção e Assessoramento Superiores (DAS) 4 e 5 (os maiores na burocracia federal, abaixo apenas dos postos de confiança nos gabinetes ministeriais), apenas cinco foram trocados ou já têm confirmação de mudança. Saíram Walter Gomes de Sousa, diretor-geral do Dnocs (Departamento Nacional de Obras contra a Seca) e Antônio Barbosa, superintendente estadual da Funasa no Rio Grande do Norte, ambos indicados pelo ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, único peemedebista a deixar a Esplanada nesta semana; Roberto Derziê de Sant?anna, vice-presidente de Riscos da Caixa Econômica Federal e ligado a Temer; e o diretor da Conab Rogério Abdalla, também indicação do PMDB. Em breve, deixará o cargo o secretário do Produtor Rural e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, ligado a Temer e ao ex-ministro Eliseu Padilha. Na Esplanada, permanecem 6 dos 7 ministros que o PMDB havia indicado a Dilma. ?

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