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Nº 5715
Nacional

FHC n�o far� apelo a pefelistas, diz l�der do PMDB na C�mara

Brasília – O presidente Fernando Henrique Cardoso reuniu-se com os líderes dos partidos  que permanecem na base de  sustentação do governo para avaliar como fica a situação com a saída do PFL. Na reunião, segundo relato dos parlamentares, o presidente afi

Por | Edição do dia 08/03/2002 - Matéria atualizada em 08/03/2002 às 00h00

Brasília – O presidente Fernando Henrique Cardoso reuniu-se com os líderes dos partidos  que permanecem na base de  sustentação do governo para avaliar como fica a situação com a saída do PFL. Na reunião, segundo relato dos parlamentares, o presidente afirmou que conta com o apoio dos partidos e disse que não fará apelos ao PFL para que vote a favor de projetos considerados relevantes para o governo. O líder do PMDB na Câmara, Geddel Vieira, disse que o presidente fez um relato seguro e tranqüilo da situação e enfatizou que rejeita as insinuações e afirmações de integrantes do PFL de que ele próprio e alguns de seus aliados agiram politicamente para prejudicar a candidatura da Roseana Sarney. O líder do PMDB adiantou que, como representante de seu partido, declarou ao presidente total solidariedade e afirmou não concordar com as críticas feitas pelos pefelistas. Carta de FHC O presidente da República enviou carta ao presidente nacional do PFL, Jorge Bornhausen, dizendo que, se é certo que o partido sempre sustentou lealmente as posições do governo, ele também jamais deixou de agir de forma correta para atender o PFL no que lhe parecia justo. “Esperava, diante de tantas demonstrações de confiança recíproca, que o PFL tivesse sido capaz de encontrar melhor solução para nossos partidos, para o governo e para o Brasil. Disso deriva meu desapontamento”, afirma na carta. FHC reiterou que o episódio “desafortunado” que envolveu a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, decorreu exclusivamente de decisão da Justiça, motivada por ações do Ministério Público. O presidente disse ainda que a participação da Polícia Federal deu-se no âmbito de suas atribuições constitucionais, como polícia judiciária que é.

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