Nacional
Jungmann atribui execução a milícias
Rio de Janeiro, RJ ? O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse ontem, em entrevista à rádio CBN, que as investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro apontam a atuação das milícias como a provável causa da execução da vereadora Marielle Franco (Psol). Jungmann disse que entende a urgência, mas lembrou que outros casos críticos, como o assassinato da juíza Patrícia Acioli e a morte do pedreiro Amarildo, na Rocinha, levaram mais de dois meses para serem concluídos. ?Eles estão com uma pista fechada e têm caminhado bastante. A mais provável hipótese remete o crime à atuação de milícias no Rio de Janeiro?, comentou o ministro, ressaltando o empenho da polícia em elucidar o fato. ?O caso da Marielle tem 30 dias. Entendo a urgência, entendo o impacto do que aconteceu, mas lembro que o chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, era amigo pessoal da Marielle. Ela fazia a ponte entre o [deputado estadual] Marcelo Freixo e as milícias?.