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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Polícia libera trechos da reunião com delegado

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Brasília, DF A direção da Polícia Federal em Brasília divulgou ontem três minutos e 55 segundos da gravação de quase três horas da reunião realizada na Superintendência da PF em São Paulo, na segunda-feira, em que ficou acertada a saída do delegado Protógenes Queiroz da condução da Operação Satiagraha. A intenção da PF é comprovar que Queiroz deixou o caso por iniciativa própria, contestando a versão de que ele foi afastado por ordem do comando. No entanto, os trechos não deixam isso claro. Segundo a PF, não foi possível abrir toda a gravação porque teriam sido abordados na conversa diversos aspectos sigilosos da investigação. A decisão de divulgar oficialmente os trechos da gravação foi tomada depois de reunião do presidente Lula com o ministro Tarso Genro (Justiça) e o diretor-geral interino da PF, Romero Menezes, ontem de manhã, no Planalto. Na reunião, Lula optou pela divulgação dos trechos para evitar que continuassem a ser divulgadas versões mentirosas''. ### DEM defende os senadores citados Brasília, DF O presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), saiu em defesa ontem dos senadores Heráclito Fortes (DEM-PI) e Kátia Abreu (DEM-TO) que está licenciada do Senado porque concorre ao comando da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Em nota oficial divulgada à imprensa, os democratas afirmam que ambos foram citados de forma indevida e caluniosa nas investigações da Operação Satiagraha. Os democratas afirmam ainda que a Polícia Federal perdeu o profissionalismo e assumiu ações de política partidária durante as investigações. ### Protógenes deve indiciar Dantas hoje São Paulo, SP O banqueiro Daniel Dantas e mais 12 pessoas, incluindo sua irmã, Verônica, e sua mulher, Maria Alice, deverão ser indiciados hoje pelo delegado Protógenes Queiroz por suposta gestão fraudulenta, investigada pela Operação Satiagraha. As principais suspeitas contra o banqueiro giram em torno da manutenção e gestão do Opportunity Fund, nas Ilhas Cayman, e da falta de comunicação aos órgãos públicos e de controle interno de movimentações financeiras atípicas nas contas de correntistas do banco Opportunity. ///

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