Nacional
Genoino tenta manter benefício
Brasília, DF Para manter o caráter de prisão domiciliar para José Genoino, a defesa do ex-deputado defende que ele segue sob um quadro de saúde que exige atenção constante. Mesmo após 90 dias de tratamento domiciliar, continua ostentando quadro de alto risco cardiovascular e que, embora possa não integrar o conceito previdenciário de cardiopatia grave, é caracterizado pela alta mortalidade diante das intercorrências clínicas verificas em seu caso, cita a petição encaminhada ao Supremo Tribunal Federal. A ideia da defesa é que o réu permaneça em casa e não volte para a prisão, mesmo tendo sido condenado a regime semiaberto. O pedido deverá ser analisado pelo presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa. A defesa defende que os cuidados especiais não poderiam ser prestados no Centro de Internamento e Reeducação. Genoino foi condenado a 6 anos e 11 meses de prisão pelos crimes de corrupção e formação de quadrilha. Genoino está sob prisão domiciliar desde o final de novembro, por um período de 90 dias, prazo que termina amanhã. O ex-deputado ficou no Complexo Penitenciário da Papuda por menos de uma semana, em novembro, e logo foi transferido para um hospital, alegando problemas cardíacos. Depois seguiu para prisão domiciliar.