Nacional
Compra não foi mérito de Dilma
Brasília Maria das Graças Foster afirmou que a aprovação da compra de 50% da refinaria de Pasadena, com a omissão de cláusulas não comunicadas em resumo executivo apresentado ao conselho de administração da estatal, em 2006, não é responsabilidade da presidente Dilma Rousseff. A presidente era, na ocasião, chefe da Casa Civil e líder do conselho da estatal. A aprovação da compra de Pasadena não foi mérito da presidente Dilma. Naquele momento, foi uma decisão acertada de todo o conselho, disse. A executiva afirmou ainda que tanto a presidente quanto os demais membros do conselho aprovaram a compra. Em 3 de fevereiro de 2006, o Conselho Administrativo da Petrobras, à época presidido por Dilma, autorizou a compra de 50% de Pasadena. Em 2012, a estatal concluiu a compra da refinaria, pela qual pagou US$ 1,25 bilhão, segundo Graça. Naquele ano, começavam a vir à tona as dúvidas sobre o negócio, agora alvo de investigações da Polícia Federal, do Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria-Geral da União (CGU).