Nacional
Compra da refinaria é fiscalizada desde 2012
Após quase 40 minutos explicando a compra da refinaria de Pasadena, EUA, a presidente da Petrobras considerou que as perdas com a compra, EUA, podem ser revistas total ou apenas parcialmente. Até 2008, o negócio de Pasadena era potencialmente bom. Pós-2008, o negócio passa a ser de baixo retorno. As margens foram reduzidas e o mercado caiu. Além disso, não fizemos Revamp (modernização). O mercado também passou a comprar menos, afirmou. Segundo a presidente da estatal, antes de 2008 havia lucro líquido principalmente por conta da produção do óleo leve. Graça Foster informou também que entre 2006 e 2013 foram investidos na refinaria US$ 685 milhões em cima do valor da aquisição. E comparou os valores aplicados em Pasadena com o que é feito nas refinarias do País: Pagar US$ 86 milhões por ano em investimentos em Pasadena não é muito diferente aqui no Brasil, disse.