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Dilma descarta ‘choque fiscal’

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Feira de Santana A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) rebateu, ontem, a tese de que o Brasil precisará passar por um ajuste fiscal grande para reequilibrar as contas públicas, defendida por integrantes do grupo que assessora a candidata Marina Silva (PSB). De acordo com Dilma, a proposta de choque fiscal na economia brasileira é perigosa e extremamente eleitoreira e sua adversária apresenta um modelo de política econômica extremamente liberal e conservador. Nós não acreditamos em choque fiscal, isso é uma forma incorreta de tratar a questão fiscal no Brasil, disse a presidente, pouco antes de participar de uma caminhada em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. O Brasil precisa de uma política fiscal sistemática e robusta. Choque fiscal é um baita ajuste no qual se corta tudo para pagar juros para bancos? Se você vai ampliar alguns mecanismos, tem de explicar: vai cortar o que? Vai cortar programa social? Vai cortar o Bolsa-Família? Vai cortar os subsídios para o Minha Casa, Minha Vida?. Para Dilma, não é necessário um ajuste fiscal profundo no País. O Brasil tem uma das menores dívidas líquidas sobre o PIB, de 34%, enquanto todo o resto do mundo, tirando uns seis países, tem dívidas líquidas perto ou acima de 100%, justificou. O Brasil não está desequilibrado, não tem crise cambial. O Brasil passa, como o resto do mundo, por um processo de crise, que nós não combatemos como eles. Nós combatemos (a crise) garantindo empregos, garantindo salários. Ficar falando em choque fiscal é uma manobra perigosa e extremamente eleitoreira.

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