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Irmãos Vargas teriam recebido R$ 2 milhões de origem ilícita, diz juiz

Segundo o juiz Sérgio Moro, há suspeita de que a Borghi/Lowe tenha pago propina aos irmãos Vargas para obter vantagens em contratos da Caixa e de outros órgãos públicos. Os repasses teriam sido feitos às empresas LSI e a Limiar. O magistrado também apontou que há a suspeita de que outra empresa, a IT7 -que também mantém contratos com a Caixa e outros órgãos públicos-, fez repasses de mais de R$ 2 milhões aos irmãos Vargas, e que este valor teve origem ilícita. Moro apontou que a IT7 mantém contratos com empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) e a Celepar (companhia de processamento de dados do PR), entre outras. Somente no ano de 2013, por exemplo, a IT7 recebeu, da Caixa Econômica Federal, cerca de R$ 50 milhões, diz Moro.