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Renato Duque propõe delação premiada

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São Paulo, SP O ex-diretor da Petrobras Renato Duque (Serviços), preso na Operação Lava Jato, e seu novo advogado, Marlus Arns, estiveram na Superintendência da Polícia Federal, no Paraná, para tratar de sua delação premiada, ontem. O Ministério Público Federal também participou da reunião. Duque é apontado como elo do PT no esquema de pagamento de propinas na estatal petrolífera. Ele teria sido indicado ao cargo pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (Governo Lula), preso na segunda-feira, 3, na operação Pixuleco, 17º capítulo da Lava Jato. Na terça-feira, 4, o delegado Igor Romário de Paula afirmou que as declarações de Renato Duque podem ter o mesmo impacto da delação de um outro ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa (Abastecimento) capturado em março de 2014. Costa tornou-se o primeiro delator da Lava Jato e apontou os nomes de deputados, senadores e governadores que teriam sido beneficiários de propinas do cartel de empreiteiras que se instalou na Petrobras entre 2004 e 2014. Os que estão presos hoje, se vierem a fazer acordo, com certeza vão ter repercussões na área política, disse o delegado da PF Igor Romário de Paula, que integra a força-tarefa da Operação Lava Jato. O delegado incluiu outros eventuais colaboradores. Renato Duque, (Nestor) Cerveró, (Fernando) Baiano, enfim, disse Igor Romário de Paula em entrevista na terça-feira.

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