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Dilma nega corrupção no governo

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Helsinque - Em resposta ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a presidente Dilma Rousseff afirmou ontem, durante viagem à Finlândia, que não há corrupção no seu governo. Ela disse ainda que pedidos de impeachment por parte da oposição não vão inviabilizar sua gestão. Foi o terceiro dia de declarações dela no exterior sobre as crises econômica e política. Dilma reagiu a uma frase dita pelo presidente da Câmara na segunda (19) de que lamenta que o maior escândalo de corrupção do mundo, segundo ele, seja com o governo brasileiro. Cunha devolvera uma frase da própria Dilma, dita na Suécia domingo (18), de que lamenta que um brasileiro, no caso o peemedebista, seja protagonista de denúncias de contas na Suíça. A guerra de palavras continuou ontem na entrevista coletiva dela ao lado do presidente da Finlândia, Sauli Niinisto, com quem havia se reunido pouco antes. Questionada sobre a declaração de Cunha, a presidente chegou a dizer que não se manifestaria, mas acabou respondendo ao deputado. Primeiro, não vou comentar as palavras do presidente da Câmara. Segundo, o meu governo não está envolvido em nenhum escândalo de corrupção, não é meu governo que está sendo acusado atualmente, afirmou Dilma. Horas depois, Cunha respondeu novamente à presidente e disse que não sabia que a Petrobras não era do governo, em uma alusão ao escândalo de corrupção na estatal investigado pela Operação Lava Jato. Segundo assessores e ministros presentes na comitiva, a presidente não se arrependeu da frase dita sobre Cunha no domingo, mesmo que isso possa acelerar uma ruptura com ele. Ela teria partido do Brasil, na sexta, disposta a mostrar um distanciamento político do deputado, quem tem força política para abrir um processo de impeachment contra ela. As alfinetadas públicas foram alvo de críticas de integrantes de partidos aliados no Congresso. Ontem, o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), disse que o momento é de temperança e de não se criar arestas . ?

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