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Dilma nega atos ilícitos e critica Eduardo Cunha

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Brasília, DF Acompanhada de 11 ministros, a presidente Dilma Rousseff fez pronunciamento de quatro minutos no Palácio do Planalto ontem à noite, no qual ela se declarou indignada com a notícia do pedido de impeachment de seu mandato e disse que as razões que o fundamentam são inconsistentes e improcedentes. Recebi com indignação a decisão do senhor presidente da Câmara de processar pedido de impeachment contra mandato democraticamente conferido a mim pelo povo brasileiro, disse a presidente. Ela ainda alfinetou o Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que aceitou o pedido, ao afirmar que não possui conta no exterior e nunca ocultou patrimônio pessoal. Cunha é alvo de investigações pela Procuradoria-Geral da República no âmbito da Operação Lava Jato por supostamente possuir contas na Suíça das quais seria beneficiário. Meu passado e meu presente atestam a minha idoneidade e inquestionável compromisso com as leis e as coisas públicas, disse Dilma. São inconsistentes e improcedentes razões que fundamentam este pedido (de impeachment). Não existe nenhum ato ilícito praticado por mim, não paira contra mim nenhuma suspeita de desvio de dinheiro público. Não possuo conta no exterior, nem ocultei do conhecimento público existência de bens pessoais. Nunca tentei coagir instituições ou pessoas na busca de satisfazer meus interesses, declarou a presidente. Dilma fez o pronunciamento acompanhada dos ministros de sete partidos: Jaques Wagner (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), José Eduardo Cardozo (Justiça), Gilberto Occhi (Integração Nacional), Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União), Aldo Rebelo (Defesa), Armando Monteiro Neto (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), André Figueiredo (Comunicações), Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Gilberto Kassab (Cidades).

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