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Definição sobre ministro é adiada

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Brasília, DF A decisão do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, de permanecer ou não no cargo, só deverá acontecer na semana que vem, segundo interlocutores do Planalto. A avaliação, após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira, que proibiu que ele acumule a função com seu cargo de procurador no Estado da Bahia, é que a escolha será de caráter pessoal do ministro. Wellington César não conversou com a presidente Dilma Rousseff, depois da decisão do STF. Ele apenas informou aos ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, e ao Advogado-Geral da União, José Eduardo Cardozo, que precisava do fim de semana para discutir a questão com a família e, que no início da próxima semana, informaria à presidente se sai ou fica. Para ficar, ele tem de renunciar à carreira de procurador de Justiça. Segundo o secretário de Comunicação Social, Edinho Silva, Dilma deu tranquilidade ao ministro para que ele faça aquilo que for melhor para ele, do ponto de vista pessoal. Acrescentou ainda que ele foi o ministro identificado por ela, um ministro que ela entendia que era o melhor quadro para ocupar um cargo no Ministério naquele momento e, portanto, é alguém que tem o respeito da presidente Dilma. Edinho considera, no entanto, que se criou um imbróglio jurídico que precisa ser resolvido. Ele não quis falar em erro na escolha de Wellington César pelo governo. Tinha uma interpretação jurídica, tinha uma interpretação da legislação, inclusive o governo se baseava em fatos existentes, o governo fez o que achou melhor, declarou. ?

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