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Em nota, presidente explica conversa

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Brasília, DF A presidente Dilma Rousseff divulgou ontem à noite nota em que explica o teor da conversa telefônica entre ela e o ex-presidente e agora ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, gravada pela Operação Lava Jato e divulgada após o juiz federal Sérgio Moro retirar o sigilo do processo. Dilma afirma que a conversa teve teor republicano, repudia com veemência a divulgação e diz que vai adotar medidas para reparar o que classificou como flagrante violação da lei e da Constituição Federal. Segundo a presidente, o termo de posse de Lula como novo ministro-chefe da Casa Civil foi encaminhado para que ele assinasse caso não pudesse comparecer à cerimônia, marcada para hoje. A cerimônia de posse do novo ministro está marcada para amanhã [hoje] às 10h, no Palácio do Planalto, disse Dilma. Uma vez que o novo ministro, Luiz Inácio Lula da Silva, não sabia ainda se compareceria à cerimônia de posse coletiva, a Presidenta da República encaminhou para sua assinatura o devido termo de posse. Este só seria utilizado caso confirmada a ausência do ministro, escreveu Dilma no comunicado. De acordo com a presidenta, junto com Lula vão tomar posse os novos ministros da Justiça, Eugênio Aragão e da Secretaria de Aviação Civil, Mauro Lopes. Além disso, o cargo da chefia de gabinete pessoal terá status de ministério e será ocupado por Jaques Wagner. COLETIVA Pela manhã, Dilma convocou entrevista para defender a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para integrar o seu governo, assumindo a Casa Civil e disse que não se sente nem um pouco desconfortável com a presença dele no Palácio do Planalto. A vinda de Lula fortalece o meu governo e tem gente que não o quer fortalecido, desabafou a presidente, ao dizer que ele vai ser um grande ganho para o seu governo porque Lula vem com capital político de hábil articulador. O presidente Lula, no meu governo, terá os poderes necessários para me ajudar, afirmou. Ao ser lembrada que Lula viria como uma espécie de superministro, podendo fazer sombra a ela, Dilma primeiro reiterou que o presidente Lula no Ministério é importante e relevante pela inequívoca experiência política dele.

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