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Planalto tenta evitar ‘efeito dominó’

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Brasília, DF Após passar o dia em inúmeras reuniões com assessores, ministros e conselheiros políticos no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff seguiu na noite de ontem para o Palácio da Alvorada, onde faria uma reunião com seus auxiliares mais próximos a fim de definir o que o governo passou a chamar de repactuação com a base aliada, que deve ser anunciada até sexta (1º). Entre esses auxiliares, estão Jaques Wagner (chefe de gabinete) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo). Nos bastidores, também havia a expectativa de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do PT, Rui Falcão, fossem ao encontro desta terça. O Planalto tenta montar uma estratégia a fim de fazer com que, diante do rompimento do PMDB com o governo, a presidente Dilma passe a contar com o apoio de outros partidos e parlamentares no Congresso Nacional. Na prática, o Planalto está disposto a negociar cargos que serão deixados por integrantes do PMDB para garantir o apoio necessário para barrar o processo de impeachment da presidente. A informação de que Dilma se reuniria com seus conselheiros na noite desta terça foi dada mais cedo pelo chefe de gabinete da presidente, Jaques Wagner, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto. Wagner afirmou aos jornalistas presentes que a decisão do PMDB representa o momento de a presidente Dilma repactuar o governo. Para o ministro, a medida tomada pelo partido abre espaço para um novo governo. Embora o PMDB tenha decidido romper com o Planalto e entregar os cargos no governo, o Jornal Nacional informou que três dos seis ministros da legenda pretendem ficar: Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), Kátia Abreu (Agricultura) e Marcelo Castro (Saúde). Por outro lado, Helder Barbalho (Portos), Eduardo Braga (Minas e Energia) e Mauro Lopes (Aviação Civil) devem sair. Até esta segunda (28), o Ministério do Turismo era comandado pelo ex-deputado Henrique Eduardo Alves, mas ele entregou sua carta de demissão.

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