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Governo recorre a ‘bondades econômicas’

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Brasília, DF Na frente econômica para segurar a continuidade do mandato da presidente Dilma Rousseff, o governo resolveu agir e viabilizar medidas que já tinham sido anunciadas, mas não tinham saído do papel. Seguindo recomendação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a equipe econômica prepara outras ações positivas para colocar na rua com o intuito de mostrar que o governo não está parado à espera do impeachment. O grande anúncio de ontem foi o lançamento da terceira etapa do Minha Casa Minha Vida, com as regras que já tinham sido divulgadas em setembro de 2015. A cerimônia, no entanto, serviu de pretexto para o que se transformou num ato contra o afastamento da presidente. Ontem, também, o Ministério da Fazenda editou medida provisória (MP) que permite o uso do FGTS como garantia ao crédito consignado. A medida, com impacto estimado em incremento de R$ 17 bilhões nas operações com desconto na folha de pagamento, tinha sido anunciada há dois meses no escopo do pacote de crédito de R$ 83 bilhões. No entanto, enfrenta dificuldade em ser implementada. Para agradar os governadores, o governo também liberou mais recursos para a compensação dos Estados pela Lei Kandir, que desonerou o ICMS das exportações. Foram liberados R$ 1,95 bilhão. Estava previsto no orçamento apenas a desoneração do ano passado, mas o governo pediu, no projeto de revisão da meta encaminhado ao Congresso, espaço fiscal para cobrir a compensação deste ano também. Esse dinheiro, no mesmo montante ao liberado hoje relativos ao ano passado, vai poder ser abatido da meta fiscal deste ano, que prevê um rombo maior para acomodar despesas adicionais que o governo vai fazer para estimular a economia. Outras medidas estão no forno, assegurou um interlocutor da área econômica. O governo não vai ficar parado esperando o impeachment como o Collor. Vai tomar todas as medidas que julgar necessárias dentro da responsabilidade fiscal, afirmou.

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