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PSDB rejeita eleições gerais

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São Paulo, SP A uma semana da votação decisiva sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, a cúpula do PSDB se reuniu ontem, em São Paulo, para dar uma demonstração de unidade, sepultar a tese de novas eleições e blindar o vice-presidente Michel Temer (PMDB). O encontro ocorreu em um momento de turbulência interna do partido. O governador Geraldo Alckmin enfrenta um racha sem precedentes em São Paulo devido ao apoio que deu ao empresário João Dória nas prévias da capital e os tucanos divergem sobre a participação em um eventual ministério de Temer. Durante o encontro, os tucanos decidiram retirar de uma vez por todas a proposta de novas eleições do horizonte e selar o apoio à solução Temer. No fim de 2015, às vésperas do recesso do parlamentar, as principais lideranças do PSDB no Congresso anunciaram que a melhor saída para a crise política seria a realização de novas eleições, e não apenas o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Embora os discursos já demonstrassem uma nova mudança retórica, a posição partidária não havia mudado oficialmente até a reunião desta sexta­feira. O PSDB reafirma o seu compromisso absoluto com a interrupção do mandato da presidente Dilma pela via constitucional do impeachment: 100% do partido apoia o afastamento, afirmou Aécio. Em seguida, o senador fez uma ponderação: O PSDB não é beneficiário dessa solução.

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