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Salários: Kátia quer corrigir distorções

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Brasília, DF A relatora da comissão especial do Senado que analisa os chamados supersalários no funcionalismo público, Kátia Abreu (PMDB-TO), informou ontem por meio da assessoria de imprensa, que se reunirá amanhã com o presidente da República, Michel Temer, e com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, no STF. A comissão do Senado foi criada na semana passada, por decisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para apurar casos de servidores públicos que recebem salários acima do teto constitucional (atualmente de R$ 33,7 mil, o mesmo de um ministro do STF). Em nota, a assessoria de Kátia Abreu informou que a comissão, ao longo dos próximos dias, vai procurar a colaboração e o apoio dos três poderes à apuração. Em nota Kátia Abreu afirmou que uma força-tarefa será montada com a ajuda de consultores do Senado, um advogado da União e um auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) para concluir a análise dos supersalários em até 20 dias. Mais cedo, Kátia Abreu disse que não pretende fazer uma caça às bruxas mas que, onde houver distorções no pagamento de salários acima do teto, elas serão corrigidas. Os supersalários foram discutidos numa reunião entre presidentes de 25 tribunais de justiça de todo o País e a presidente do STF, Cármen Lúcia. Para alguns presidentes de TJs, a iniciativa de Renan de criar uma comissão especial para fazer um pente-fino nos contracheques de quem fura o teto é uma retaliação. A presidente do STF, no entanto, não se manifestou sobre a criação da comissão.

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