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Renan diz que Senado barrará reforma ‘malfeita’

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Brasília, DF Em novas críticas à reforma trabalhista, o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), declarou que não é da melhor tradição o presidente da República não falar aos trabalhadores no dia do 1º de maio. Renan considera que o texto não passará no Senado da forma como foi aprovado ontem na Câmara dos Deputados. Não acredito que essa reforma saia da Câmara e chegue aqui, ao Senado Federal reforma de ouvidos moucos , sem consultar opiniões; reforma que só interessa à banca, ao sistema financeiro, rejeitada em peso e de cabo a rabo pela população; reforma tão malfeita, que chega a constranger e a coagir a base do próprio governo. Por isso ela vai e volta, de recuo em recuo, declarou. Ao jornal Folha de S.Paulo, Renan afirmou o governo deveria se comunicar com os trabalhadores sobre a situação do emprego no País e sobre as alterações na legislação trabalhista, em especial às vésperas do 1º de Maio. O Brasil precisa falar aos seus trabalhadores, que vivem um momento de angústia e crueldade. Não é normal que o presidente da República deixe de falar e empurre goela abaixo dos trabalhadores uma retirada de direitos, disse à reportagem o líder do PMDB. Apesar de comandar a bancada do partido do presidente, Renan já havia manifestado posições duras contra a reforma da Previdência, considerada prioritária por Temer. O senador avalia que a reforma é injusta, porque retira direitos dos trabalhadores. Ela rebaixa os salários, é sua consequência mais imediata e perversa. Ela pretende deixar o trabalhador sem defesa, condenado a aceitar acordos que reduzem a remuneração, suprimem reajustes e revogam garantias no emprego. Todos sabemos que a acordos forçados em plena recessão, com 13 milhões de desempregados e com o desemprego aumentando mês a mês, é pedir que se aceite a crueldade como caridade, criticou.

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