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Câmara vota em 2 de agosto parecer que rejeita denúncia

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Brasília, DF A Câmara marcou para 2 de agosto a votação do parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que recomenda a rejeição da denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva. Após reunião com os líderes partidários, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu marcar a data da votação em plenário. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou ontem parecer recomendando a rejeição da denúncia. O deputado por Alagoas Arthur Lira (PP) votou contra o prosseguimento da denúncia contra o presidente. Caberá ao plenário a palavra final sobre se autoriza ou não o Supremo Tribunal Federal (STF) a analisar a acusação feita pela PGR com base nas delações de executivos do grupo J&F, que controla a JBS. DEFESA Segundo a defesa, a acusação é baseada em suposições. Após a vitória do governo na CCJ, o porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, disse que Temer comemorou o resultado e disse que era uma vitória da democracia e do direito. O presidente recebeu essa notícia com a tranquilidade de quem confia nas instituições brasileiras. O resultado hoje alcançado deixa claro que é sólida a maioria de quem defende a democracia, os direitos constitucionais e o estado de direito. A vitória é da democracia e do direito, disse o porta-voz da Presidência. VOTAÇÃO NOMINAL O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou Temer ao Supremo Tribunal Federal pelo crime de corrupção passiva. Além da condenação, o procurador pediu a perda do mandato de Temer, principalmente por ter agido com violação de seus deveres para com o Estado e a sociedade. É a primeira vez que um presidente da República é denunciado ao STF no exercício do mandato. Para que a denúncia siga para o Supremo, são necessários pelo menos 342 dos 513 votos. A votação será nominal, com a chamada dos deputados ao microfone, que responderão ?sim? ou ?não?, no mesmo formato da votação do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

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