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Nora de M�rio Covas passa cerca de 24 horas em cativeiro

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São Paulo - Renata Fonseca Pereira Covas, 43, ex-nora do governador Mário Covas (morto em 2001), foi libertada, na última quinta-feira, pelos seqüestradores, após a família ter pago resgate de cerca de R$ 4.000. Quatro homens teriam participado do seqüestro da ex-nora do governador, que durou 27 horas. Segundo o secretário da Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho, Renata Covas seria, inicialmente, vítima de um seqüestro relâmpago. A mudança de planos teria ocorrido porque o grupo não conseguiu sacar dinheiro no banco. Os seqüestradores decidiram então pedir resgate. Renata Covas foi abordada por três homens, na Avenida Faria Lima, nos Jardins (região sul de São Paulo), quarta-feira à noite. Os seqüestradores entraram no seu Toyota Corolla e a obrigaram a dirigir. O carro dela foi encontrado, na quinta-feira. O quarto homem do grupo estaria no outro carro usado para levar a vítima ao cativeiro. O pedido de resgate ocorreu, na madrugada de quinta-feira, de um telefone público do Largo da Batata, em Pinheiros (zona oeste). O grupo queria R$ 60 mil de resgate. Mário Covas Neto, filho de Covas e ex-marido de Renata, comunicou o caso ao secretário de Segurança Pública. Na negociação, os seqüestradores aceitaram reduzir o valor para cerca de R$ 4.000. ?É uma quadrilha de pés-de-chinelo que está nas ruas?, disse Abreu Filho. Renata Covas foi libertada à meia-noite, no Jardim Arpoador (zona oeste). A polícia suspeita que a ex-nora de Covas tenha ficado em um cativeiro no Campo Limpo, na zona sul. Ela chegou em casa em um táxi. Segundo o secretário, Renata passa bem e não foi agredida fisicamente pelos seqüestradores. Para o secretário de Segurança, os criminosos não sabiam a identidade da vítima, que teria sido escolhida a esmo. ?Nós esperamos apresentar os seqüestradores presos o mais rápido possível?, disse o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

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