loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Nacional

Nacional

Comitiva brasileira participa de funeral

Ouvir
Compartilhar

Folha Online Brasília O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a comitiva brasileira que vai acompanhar o funeral do papa João Paulo II viajam nesta quinta-feira para Roma (Itália), segundo o Palácio do Planalto. Lula chegou a convidar para participar de sua comitiva o cardeal metropolitano de São Paulo, dom Claudio Hummes, um dos cotados para suceder João Paulo II no Vaticano. O cardeal, no entanto, decidiu ir hoje. Ele deveria ter viajado no domingo, mas adiou o embarque porque estava gripado, segundo sua assessoria. Além da primeira-dama, Marisa Letícia, devem acompanhar Lula o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE), e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim. Os ex-presidentes José Sarney e Fernando Henrique Cardoso também irão na comitiva. Segundo a assessoria de imprensa do presidente do Senado, o vôo sai de Brasília às 7h (horário de Brasília), faz escala em Natal (RN) e tem horário de chegada em Roma previsto para as 17h (hora de Brasília). Devido à limitação de lugares na representação brasileira, os presidentes dos demais poderes foram informados que não poderão levar suas esposas ao enterro do papa, que está marcado para começar na sexta-feira às 10h (5h em Brasília). Ainda de acordo com a assessoria de imprensa do Senado, o presidente Lula já informou aos integrantes da comitiva que permanece em Roma até sábado, de onde segue direto para a África, onde visitará Iaundê (Camarões), Abuja (Nigéria), Acra (Gana), Bissau (Guiné-Bissau) e Dacar (Senegal). Os demais membros da comitiva deverão retornar diretamente ao Brasil, em vôo comercial, no domingo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o papa João Paulo II tinha um apreço muito grande pelo Brasil e sempre desejava receber notícias sobre o país. Muitos bispos brasileiros que iam a Roma conversar com ele voltavam nos dizendo, sabe, que ele perguntava muito do Brasil, que ele queria saber das coisas, disse Lula. O presidente ainda recordou o encontro que teve com o pontífice em São Paulo nos anos 80, quando estava cassado do sindicato. Não era comum um papa receber alguém que estivesse sendo perseguido pelo regime militar.

Relacionadas