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Bancada do PMDB sai em defesa de Jucá

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Agência Folha Brasília A bancada do PMDB no Senado divulgou ontem uma nota oficial de solidariedade ao ministro da Previdência Social, Romero Jucá. Esta foi a segunda manifestação feita pela liderança do partido no Senado para defender o ministro. A primeira manifestação de apoio ao ministro Romero Jucá ocorreu na semana passada, em discurso do líder Ney Suassuna (PB) no plenário da Casa. Até o final da tarde, 18 dos 23 senadores peemedebistas endossaram a nota. Segundo a liderança do partido, muitos deixaram de assinar o documento por não estarem em Brasília, como os senadores Ramez Tebet (MS), e Amir Lando (RO), antigo titular da pasta. A nota rebate as acusações de que Jucá teria oferecido fazendas inexistentes como aval de empréstimos feitos no Banco da Amazônia (Basa). Refutar Os senadores do PMDB sentem-se no dever de refutar as acusações divulgadas contra o ministro por serem denúncias vazias e que não têm base em nenhuma prova, diz a nota. No documento, a bancada peemedebista afirma que as denúncias são ataques sobre antigas acusações de adversários políticos de seu Estado já totalmente esclarecidos e muitos deles simples divulgações dos meios de comunicação de Roraima, agora passados à imprensa nacional. O ministro Romero Jucá, cuja a capacidade, inteligência, responsabilidade e trabalho sempre foram reconhecidos no Senado onde exerceu as funções de liderança por todas as forças políticas representa no governo federal um dos espaços do nosso partido e merece a nossa solidariedade, finaliza o documento divulgado pelos senadores do PMDB. Defesa convincente Romero Jucá é investigado pela Procuradoria Geral da República (PGR) sobre as denúncias de que teria oferecido as garantias fraudulentas ao Basa, juntamente com seu sócio na empresa Frangonorte. O ministro tem até a próxima segunda-feira, dia 18, para entregar ao procurador geral da República, Cláudio Fonteles, as explicações legais sobre o caso. O advogado contratado pelo ministro para defendê-lo na Provuradoria Geral da República, Antônio Carlos de Almeida Castro, informou que a demora na entrega dos documentos ao Ministério Público se deve à elaboração de uma defesa tranqüila e convincente. Antônio Carlos de Almeida Castro informou que está aguardando documentos que o Basa prometeu encaminhar à Procuradoria da República para começar a preparar a defesa.

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