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Palocci: pa�s precisa da aprova��o de reformas

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O ministro da Fazenda, Antônio Palocci, reafirmou a necessidade de aprovação das reformas da Previdência e tributária. O ministro ressaltou que o déficit público é muito elevado e tem de ser reduzido para garantir a aposentadoria no futuro. Explicou que, no ano passado, o déficit da Previdência chegou a R$ 54 bilhões - apenas a União arrecadou R$ 2,3 bilhões, mas gastou R$ 33 bilhões para pagar os aposentados do sistema. - A desordem é grande e a reforma é necessária porque coloca limites - disse. Palocci disse que os servidores públicos precisam entender que o esforço do governo, ao fazer a reforma da Previdência, é garantir que no futuro os servidores recebam suas aposentadorias. - A reforma não tira direitos de ninguém. O que estamos dizendo ao servidor é que o país precisa de mais tempo para pagar sua aposentadoria - esclareceu o ministro. Para o ministro, a reforma da Previdência precisava corrigir algumas distorções. - Não podemos aposentar as pessoas aos 45 anos. O Brasil não agüenta isso. Se o Brasil fosse um país rico, tudo bem. Mas o Brasil não é rico - lembrou. Segundo o ministro, a manutenção da integralidade para os atuais servidores no projeto da reforma apresentado pelo relator José Pimentel (PT-CE) não representa a continuidade de privilégios. - No sistema antigo tínhamos um privilégio de um lado e uma injustiça de outro. O objetivo do governo era acabar com essa situação, de ter dois tipos de trabalhadores. O projeto do deputado Pimentel manteve a integralidade, mas colocou condições para isso, como 20 anos no serviço público e dez anos no mínimo no cargo. Ou seja, o projeto dá a integralidade, mas não como era antes. Com a reforma, se busca o equilibrio para se chegar a um sistema melhor - disse Palocci. Esforço O ministro Palocci, disse, também, em São Bernardo do Campo, que os servidores públicos precisam entender que o esforço do governo, ao fazer a reforma da Previdência, é garantir que no futuro os servidores recebam suas aposentadorias. ?A reforma não tira direitos de ninguém. O que estamos dizendo ao servidor é que o país precisa de mais tempo para pagar sua aposentadoria?, esclareceu o ministro. Para o ministro, a reforma da Previdência precisava corrigir algumas distorções. ?Não podemos aposentar as pessoas aos 45 anos. O Brasil não agüenta isso. Se o Brasil fosse um país rico, tudo bem. Mas o Brasil não é rico?, lembrou. Segundo o ministro, a manutenção da integralidade para os atuais servidores no projeto da reforma apresentado pelo relator José Pimentel (PT-CE) não representa a continuidade de privilégios. ?No sistema antigo tínhamos um privilégio de um lado e uma injustiça de outro. O objetivo do governo era acabar com essa situação, de ter dois tipos de trabalhadores. O projeto do deputado Pimentel manteve a integralidade, mas colocou condições para isso, como 20 anos no serviço público e dez anos no mínimo no cargo. Ou seja, o projeto dá a integralidade, mas não como era antes. Com a reforma, se busca o equilíbrio para se chegar a um sistema melhor?, disse Palocci.

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