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Ag�ncias do INSS retomam atendimento em 16 estados
Brasília ? Postos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 16 estados retomaram ontem o atendimento ao público. As portas estavam fechadas em função da greve que começou no dia 8 de julho. A principal reivindicação dos grevistas era o pagamento do benefício do Plano de Cargos e Salários (PCCS), atrasado há 15 anos. A expectativa de retorno em todo o país é de até, no máximo, amanhã (27), garantiu o diretor de Benefícios do INSS, Benedito Brunca. O atendimento nas unidades do INSS será normalizado a partir de 30 de setembro, prazo para as pessoas requererem benefícios atrasados em função da greve. ?Por isso, aviso que as pessoas não precisam correr para solicitar benefícios atrasados. Todos serão atendidos sem prejuízo algum?, garantiu. Durante a greve, deixaram de ser pagos cerca de 200 mil benefícios em todo o país, 65 mil só no Rio de Janeiro, estado em que a greve durou quase três meses. A expectativa, agora, é de pagar 650 mil benefícios por mês, até que tudo se normalize. Para adiantar o processo, a partir de 1º de setembro, as empregadas poderão requerer o salário maternidade na própria empresa, sem precisar se dirigir a qualquer posto do INSS. Em Brasília, as oito agências funcionaram normalmente. Em um dos maiores postos da capital federal (localizado no Setor Bancário Norte), houve um pequeno tumulto do lado de fora. O motivo: o fechamento das portas às 14 horas por ordem da gerência interna. A medida causou irritação nas pessoas porque o horário de funcionamento é de 7 às 19 horas, horário prolongado em função da greve. Horário Benedito Brunca confirmou que existe a orientação de que as agências do Instituto fechem as portas mais cedo para que o atendimento vá somente até às 19 horas, conforme acordo firmado com o governo federal, a fim de que os funcionários não tenham descontado em folha o salário referente ao período parado. Em caso de dúvida, o segurado pode ligar para 0800780191 ou acessar o site www.previdenciasocial.gov.br. Os 16 estados que retomaram as atividades normalmente foram: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe, Tocantins e Rondônia.