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Governistas admitem mudar texto da reforma tribut�ria
Brasília ? O vice-líder do governo, deputado Professor Luizinho(PT-SP), e o vice-líder do PT, Paulo Bernardo (PR), afirmaram ontem que a base aliada admite discutir mudanças no texto da reforma tributária, aprovado na madrugada da última quinta-feira no plenário da Câmara. Na continuação da votação do primeiro turno, emendas aglutinativas, Destaques de Votação em Separado (DVS) individuais e de bancadas poderão ser aprovadas e alterar o texto votado na semana passada. Os deputados informaram que o governo pode incluir uma proposta do PSDB instituindo a ampliação do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (Simples) para as micro e pequenas empresas. O governo admite ainda ampliar o alcance do Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR) ao norte de Minas e ao noroeste do Rio de Janeiro. Uma outra mudança que pode ser aprovada é uma que prorroga por quatro anos o prazo de carência para o início da transição do ICMS da origem para o destino. Bernardo informou que o Ministério da Fazenda manifestou-se favoravelmente à proposta de ampliação do Simples. Embora não aceite o texto apresentado pelo PSDB. Professor Luizinho informou que o objetivo da ampliação da área beneficiado pelo FDR é incorporar a região do Vale do Jequitinhonha. Essa mudança é proposta pelos líderes da própria base aliada. Já o prazo de carência para o início da transição do ICMS é defendida pelo líder do PSDB, Eduardo Campos (PE) e pelo deputado Sandro Mabel (PL-GO).