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Nº 5716
Nacional

Mapa da crian�a e do adolescente

Ninguém discorda que o Brasil tem graves problemas sociais. Sabendo o tamanho deles, no entanto, se pode ter a noção do tamanho das soluções e até descobrir que, na verdade, eles pareciam muito maiores do que eram. Seguindo esse princípio, a Fundação Abri

Por | Edição do dia 03/04/2002 - Matéria atualizada em 03/04/2002 às 00h00

Ninguém discorda que o Brasil tem graves problemas sociais. Sabendo o tamanho deles, no entanto, se pode ter a noção do tamanho das soluções e até descobrir que, na verdade, eles pareciam muito maiores do que eram. Seguindo esse princípio, a Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente lançou ontem, durante seminário para prefeitos e secretários municipais em São Paulo, o Mapa da Criança e do Adolescente. A idéia é dar instrumentos técnicos aos municípios para que conheçam a situação de sua população infanto-juvenil e, mediante indicadores sociais, se organizem e tracem metas para transformar sua realidade em saúde, educação, assistência social e participação em conselhos. “Se um prefeito sabe que tem 10 mil crianças sem educação infantil em seu município, sabe também o quanto precisa investir para mandá-las para a escola. Se não, pode pensar: Ah, são tantas, é tão difícil, que nem vou tentar”, explica o diretor-presidente da Abrinq, Hélio Mattar. Em sua opinião, há a percepção no Brasil de que os problemas sociais são enormes e insolúveis. “Nós acreditamos, porém, que eles não são tão grandes, que existem recursos suficientes para eliminá-los e, se o município não sabe como fazer, existem vários exemplos”, acrescenta, lembrando que só no site da Fundação Abrinq há cerca de 6 mil experiências bem-sucedidas desenvolvidas em todo o País em áreas variadas.

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