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Reforma ministerial pode ser decidida amanh�
Brasília ? O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve levar em consideração os relatórios de atividades de cada ministério neste primeiro ano de governo para decidir quem sai e quem permanecerá no cargo. A informação é do secretário-geral da Presidência, Luiz Dulci. Os relatórios foram apresentados por todos os ministros ao presidente Lula e serão consolidados para a prestação de contas que o governo fará à sociedade na sexta-feira. ?Com toda certeza, para apresentar sua avaliação à sociedade ele vai levar em conta (os relatórios) e também na questão de reforma ministerial. Mas essa é uma decisão exclusiva dele?, afirmou Dulci. Segundo ele, amanhã, o presidente, em nome do conjunto da equipe de governo, vai mostrar à sociedade o que foi feito até agora, os principais problemas enfrentados e os caminhos adotados pelo governo para superá-los. Dulci revelou quer, antes do fim do ano, haverá a confraternização de toda a equipe de governo. O ministro não informou se a bancada do PT no Congresso Nacional será convidada, mas garantiu que, mesmo com a recente expulsão dos quatro parlamentares do partido, ?o clima será o melhor possível?. Há dois balanços no Palácio do Planalto sobre o primeiro ano do governo. O oficial será divulgado amanhã, numa linha otimista e de prestação de contas. O para consumo interno de Lula é duro com áreas dos ministérios. Algumas avaliadas como muito fracas. Outras, como problemáticas. Em cerimônia oficial no Palácio do Planalto, Lula fará um pronunciamento público aos ministros às 10h. Deverá dizer que seu governo conquistou ?credibilidade? em 2003 não só perante o mercado financeiro internacional, mas também com empresários brasileiros. Deverá falar que, apesar de não poder cobrar muitos feitos devido à herança do governo anterior, já há resultados. O presidente deverá abordar o duro ajuste fiscal e monetário, dizendo que foi necessário para arrumar a casa para 2004. Como tem feito publicamente, Lula dirá que no ano que vem o país crescerá para valer economicamente. Destacará a aprovação das reformas da Previdência e tributária.