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Metade das moradias era considerada inadequada

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Menos da metade das moradias brasileiras foram consideradas adequadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2000, segundo dados do Censo realizado naquele ano. A pesquisa revela que em 2000 havia no país 19.659.497 moradias adequadas no Brasil, o que representava 43,9% do total de domicílios existentes no país. Esse índice, apesar de insatisfatório, é melhor do que o verificado em 1991, quando apenas 32,8% das moradias eram consideradas adequadas, ou seja, tinham abastecimento de água por rede geral, esgotamento sanitário por rede ou fossa séptica, coleta de lixo e até dois moradores por dormitório. Foram classificados como inadequados para moradias 2.297.525 ou 5,1% dos domicílios. Com exceção do Sudeste, que reunia 59,1% dos domicílios adequados, nas demais regiões do país as proporções não chegam a atingir a metade das moradias. A região Norte foi a que apresentou o quadro mais desfavorável, com apenas 15% de domicílios adequados. A comparação entre os domicílios adequados e inadequados, segundo o IBGE, revela diferenças não apenas em relação às condições de moradia, mas também à desigualdade existente em outras esferas da sociedade, como poder aquisitivo, raça e idade. Com relação à raça, por exemplo, observa-se que os brancos são os que possuem melhores condições de moradias, sendo que 53,9% deles vivem em residência adequadas, 43,3% em semi-adequadas (que carecem de uma a três das condições verificadas nas situações adequadas) e apenas 2,8% em situação inadequada. Entre a população de cor parda, 61,5% estão em moradias semi-adequadas, 30,4% adequada e 8,1% inadequadas. Já entre a raça de cor preta, 58,7% vivem em lares semi-adequados, 34% em adequados e 7,3% em inadequados. Menos da metade das moradias brasileiras foram consideradas adequadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2000, segundo dados do Censo realizado naquele ano e divulgado ontem pelo IBGE. A pesquisa revela que em 2000 havia no país 19.659.497 moradias adequadas no Brasil, o que representava 43,9% do total de domicílios existentes no país. Esse índice, apesar de insatisfatório, é melhor do que o verificado em 1991, quando apenas 32,8% das moradias eram consideradas adequadas, ou seja, tinham abastecimento de água por rede geral, esgotamento sanitário por rede ou fossa séptica, coleta de lixo e até dois moradores por dormitório.

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