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N�mero de filhos por mulher no Brasil cai 62% em 40 anos

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As diferenças entre as taxas de fecundidade nas cinco regiões, ainda bastante acentuadas nos anos 70, estão próximas da média nacional, o que revela uma uniformidade entre partes do país econômico-sócio-culturalmente distintas, diz a pesquisa. Sudeste, Sul e Centro-Oeste, ressalta o IBGE, margeiam, em 2000, o número médio, considerado pela demografia, para a reposição das gerações: 2,10. Norte e Nordeste têm médias de 3,16 e 2,69, respectivamente. Os maiores índices de queda de fecundidade, entre 1991 e 2000, no entanto, ocorreram no Norte e no Nordeste: 28,36% e 24,72%, contra 17,73% na média nacional no mesmo período. A queda, porém, torna-se menos expressiva à medida em que os níveis alcançam patamares mais baixos. O IBGE constatou que as taxas mais altas de fecundidade estão na área rural do Norte e do Nordeste, tanto em 1991 quanto em 2000. Em contraposição, as mais baixas foram observadas nas zonas urbanas do Sudeste e do Sul. Para o instituto, ?o contexto urbano e, particularmente, o metropolitano, tem proporcionado às mulheres uma maior oferta e, consequentemente, facilidades de escolha e acesso aos métodos disponíveis que permitem regular os nascimentos?. O Amapá é o Estado brasileiro com a maior taxa de fecundidade, com 3,6 filhos por mulher, em 2000. No outro extremo, o Distrito Federal, com 1,96 filho por mulher, tem a menor taxa. Em 1991 o Acre era o Estado com o índice mais elevado de fecundidade no país (4,9 filhos por mulher), ao passo que o Rio de Janeiro detinha a menor taxa, 2,10.

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