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Oposi��o reage contra estrat�gia

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Brasília - Em um primeiro momento, a estratégia petista de propor uma CPI ampla para barrar uma investigação parlamentar no caso Waldomiro Diniz serviu para unificar a oposição a favor da CPI. ?Isso atiça porque fica com cara de ameaça, de metralhadora giratória. E também leva as pessoas a assinarem o requerimento porque se você fez parte do governo passado e não assinar parece que tem medo de ser investigado?, afirmou o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que apesar de ser aliado do governo já assinou o pedido de CPI. ?Agora é que eu assino mesmo. Assino uma CPI restrita, uma CPI ampla, qualquer CPI, porque eles [petistas] querem nos acuar e não vão conseguir. Querem insinuar que aqui [Senado] só tem lama e não admitimos isso?, disse o líder do PFL, José Agripino Maia (RN). ?Estão mexendo nos nossos brios. Vai ter um efeito reverso. Ao dizer que querem investigar tudo querem que nada seja investigado. Estão dizendo que tem uma quadrilha aqui mas tem outra ali?, disse o senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT). O PSDB alega que já tem 25 das 27 assinaturas necessárias para investigar o caso Waldomiro. O PDT, que possui cinco senadores, fechou questão de apoio à CPI. A bancada do PMDB, que é a maior do Senado, também se reuniu ontem para discutir a possível CPI para investigar o caso Waldomiro Diniz Dos 23 senadores do PMDB, 17 compareceram ao almoço na casa do senador Valmir Amaral (DF). Apesar da orientação das lideranças contra a CPI, o senador Pedro Simon (RS) disse que vai assinar o requerimento e criticou a conduta do PT.

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