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Arquivos do Minist�rio da Sa�de s�o violados
Brasília - O Ministério da Saúde informou ontem que seu arquivo central, onde está grande parte de documentos relacionados a compras e do setor administrativo, foi arrombado na noite de sexta-feira. Peritos da Polícia Federal estiveram no local para tentar encontrar pistas, enquanto que auditores do ministério irão fazer um levantamento para verificar se houve roubo de processos, principalmente relacionados a concorrências. Informações não-oficiais afirmam que, na verdade, o que houve foi o fur-to de R$ 100 de uma funcionária. Segundo o Ministério da Saúde, depois de constatar que o arquivo havia sido violado, os seguranças isolaram o local ? que fica na garagem do anexo do prédio principal ? até ontem pela manhã, quando a PF foi chamada para realizar a perícia e, posteriormente, iniciar uma investigação. O caso foi registrado também na Polícia Civil e a vigilância do ministério foi reforçada para evitar novos arrombamentos. ?A partir deste levantamento [que estava sendo feito pela PF], auditorias especiais da Comissão de Auditoria, da Controladoria Geral da União e do Tribunal de Contas da União (TCU) poderão ser solicitadas?, informou o Ministério da Saúde, por meio de nota oficial. No entanto, apesar de ter confirmado o arrombamento do arquivo, funcionários que estiveram no local afirmaram que o alvo não eram documentos, mas dinheiro de uma servidora. Ela teria perdido R$ 100 que estava em cima de um móvel. Para camuflar o roubo, diversos documentos foram espalhados pelo chão, mas peritos da PF constataram que estavam em ordem. A seguir, leia trechos da nota: ?O Ministério da Saúde informa que, na última sexta-feira, por volta das 20 horas, teve seu arquivo central violado. No local, estão armazenados documentos administrativos, técnicos e financeiros. Ainda na sexta-feira, assim que identificou o problema, a segurança do ministério lacrou as portas do arquivo, pôs vigilância permanente no local e comunicou o fato à Polícia Federal (PF) e à Polícia Civil do Distrito Federal (1ª DP). A segurança no prédio também foi reforçada.