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Aldo Rebelo considera amea�a “contorn�vel”

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O governador Germano Rigotto (RS) disse que a ?questão dos cargos faz com que o PMDB fique com carimbos e perca força nos grandes centros?. ?Não é ir para a oposição, vamos ajudar o presidente Lula, mas sem cargos, porque, no momento que se está pendurado com cargos, você não é ouvido o quanto seria se não os tivesse?. Aliado do presidente desde a campanha eleitoral, Roberto Requião (PR) criticou a política econômica e manifestou ser favorável à saída da base de apoio ao governo. ?O PMDB hoje não tem proposta para o Brasil, não tem proposta econômica, não discute internamente. É simplesmente um partido agregado?. Segundo ele, deixando o governo, ?acaba a história de apoio automático para qualquer coisa?. Último a chegar no encontro, Joaquim Roriz (DF) disse que é mais cauteloso em relação ao rompimento com o governo, mas afirmou que é favorável à tese de que os ministros ?entreguem o poder?. Outro lado Hospedado no mesmo hotel em que ocorre a reunião do PMDB, em São Paulo, o ministro Aldo Rebelo (Coordenação Política) disse que a ameaça de rompimento do partido é ?contornável?. ?Não é propriamente uma participação maior o que o PMDB reivindica. Precisamos aproximar ainda mais o projeto de país e de poder que une o PMDB e o governo. É preciso cooperação maior dos partidos que integram o governo e do governo para que o PMDB se sinta mais confortável e melhor representado do ponto de vista de projetos e idéias?. Rebelo afirmou que o PMDB é hoje o maior aliado do governo no Senado e o segundo na Câmara e, portanto, sua presença na base parlamentar e política é ?fundamental para a governabilidade do país?.

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