loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
segunda-feira, 03/08/2026 | Ano | Nº 6280
Maceió, AL
23° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Nacional

Nacional

EUA investigam poss�vel crime de guerra em Falluja

Ouvir
Compartilhar

Washington - O Exército dos EUA abriu uma investigação para apurar um possível crime de guerra cometido por um de seus soldados, depois que a rede de TV americana NBC mostrou imagens de um fuzileiro naval matando a tiros um civil iraquiano desarmado e ferido dentro de uma mesquita em Falluja. O fuzileiro que fez o disparo não foi identificado, mas teria sido afastado de operações militares até o fim das investigações, segundo fontes americanas. Outro soldado americano está sendo investigado, acusado de assassinato premeditado e conspiração para cometer assassinatos contra iraquianos, segundo um comunicado do Comando Central dos EUA no Iraque. O episódio em Falluja foi filmado por uma equipe da NBC em uma mesquita da cidade iraquiana, onde tropas americanas procuravam por insurgentes no fim de semana passado. Segundo disseram fontes oficiais, o iraquiano morto era um dos cinco feridos que ficaram na mesquita, depois que os fuzileiros americanos invadiram o tempo após travar combates na sexta-feira e no sábado. O Exército americano acusa os insurgentes no Iraque de utilizar mesquitas para lançar ataques contra forças dos EUA. Os militares americanos, com tropas do governo iraquiano, lançaram a megaofensiva contra Falluja há uma semana. Os EUA afirmam ter tomado o controle da cidade, mas ainda há focos de resistência. O major Douglas Powell, um porta-voz do Corpo de Fuzileiros Navais do Pentágono, disse que a investigação, que está sendo realizada pelo Serviço Naval de Investigações Criminais, tem como foco ?possíveis violações das leis de guerra? por parte de marines dos EUA. O fuzileiro autor do disparo é membro de um esquadrão do Terceiro Batalhão do Primeiro Regimento de Marines, que tem participado de intensos confrontos no sul de Falluja. As regras de combate americanas proíbem que soldados americanos matem qualquer prisioneiro que não represente ameaças.

Relacionadas