Nacional
Brasil � 39� lugar em qualidade de vida, segundo The Economist
Londres - A revista britânica The Economist publicou um índice sobre qualidade de vida no qual o Brasil aparece em 39º lugar, atrás de Chile (31º), país latino-americano mais bem colocado e México (32º). A Argentina aparece um ponto abaixo do Brasil, em 40º lugar. De acordo com a pesquisa, a Irlanda é o país com melhor qualidade de vida, seguido pela Suíça e Noruega. Os EUA aparecem em 13º lugar no ranking de 111 países, acompanhado em seguida pelo Canadá. A China aparece em 60º lugar. A Rússia ocupa um dos últimos lugares do ranking (105º). O último lugar, no entanto, ficou com o Zimbábue. A elaboração do ranking de qualidade de vida pela revista The Economist levou em conta, entre outros fatores, a renda per capita, desemprego, estabilidade política e saúde. Em julho, o Brasil aparecia em 70º lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) elaborado pelas Nações Unidas, praticamente estagnado depois de 2000. No relatório, que traz informações sobre 177 países dos cinco continentes, o país ficou em 72º lugar em 2001 e 2002, último ano do governo de Fernando Henrique. A estagnação foi atribuída, em parte à base de dados sobre educação - que não foi atualizada - e um reflexo da lentidão do país em mudar os indicadores medidos pelo IDH, como renda e esperança de vida ao nascer. A expectativa de vida do brasileiro é de 68 anos, pior do que a dos territórios palestinos ocupados (72,3 anos). Pelo estudo da ONU, o país é o quarto mais desigual do mundo, com uma brutal concentração da renda. De acordo com o índice de IDH da ONU, o melhor país do mundo para se viver continuou sendo, pelo quarto ano consecutivo, a Noruega. O pior é Serra Leoa, na África.