Nacional
Pesquisa mostra melhora na avalia��o do governo e de Lula
Brasília - A pesquisa Sensus divulgada ontem pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) confirma a melhora da avaliação positiva do governo Lula já mostrada por outra pesquisa, divulgada há uma semana pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Desta vez, a avaliação positiva do governo subiu de 41,3% em setembro para 44,5% na pesquisa de dezembro. Desta vez, a pesquisa apurada pelo instituto Sensus revelou também um aumento na avaliação pessoal do presidente Luiz Inácio. A aprovação pessoal do presidente também teve um grande aumento, subindo de 58,8% em setembro para 65,4% em dezembro, enquanto a desaprovação caiu de 30,7% para 26,7%. A pesquisa ouviu duas mil pessoas nos dias 7, 8 e 9 de dezembro de 2004. A pesquisa da CNT também mostra uma melhora da avaliação das ações do governo. Para 42,5% dos entrevistados, os trabalhos na área social estão no rumo certo. O fato mais relevante é que a parcela dos entrevistados que acham que a condução da área está no rumo errado caiu de 38,1% em setembro para 33,5%. Na área econômica, 41% dos entrevistados acham que as ações do governo têm sido conduzidas no rumo certo, enquanto 35,3% acham que não. Esses números são estáveis em relação à pesquisa de setembro. Ainda na economia, a pesquisa mostra que a população está bastante otimista em relação ao ano que vem. Indagados sobre a expectativa da economia brasileira para o ano que vem, 71,8% dos entrevistados disseram acreditar que ela vai crescer. Desses, 27,1% acham que ela vai crescer muito e 44,7%, que vai crescer um pouco. Apenas 14,9% dos entrevistados não acreditam em crescimento da economia em 2005. A pesquisa mostra ainda que 73,5% dos entrevistados acreditam que o desemprenho da economia brasileira em 2005 vai ser melhor do que este ano. A pesquisa ainda revelou que 94,9% dos entrevistados acham que há muita violência no Brasil. Para resolver o problema, 36,7% acham que são necessárias punições mais rigorosas; 22,7%, programas sociais e assistenciais; 17,9%, melhorar as polícias; 9,4%, desarmar a população; e 8,6%, mais cadeias e presídios.