Nacional
Alagoas n�o adere � paralisa��o
| FOLHAPRESS São Paulo Os bancários deflagraram ontem uma paralisação nacional de 24 horas contra a proposta de reajuste salarial de 4% apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Segundo a Confederação Nacional dos Bancários (CNB, ligada à CUT), a greve atingiu agências em ao menos 20 Estados e no Distrito Federal. Alagoas e Maranhão não aderiram à paralisação. O mesmo aconteceu em Goiás, Amazonas e Tocantins, onde o sindicato dos bancários não é ligado à CUT. A assessoria de imprensa da CNB não soube informar se o movimento teve adesão no Acre. Nos demais Estados, houve paralisações. Em São Paulo, a greve ficou concentrada no centro da cidade, onde todas as 70 agências teriam ficado parcial ou completamente paradas, segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. No Rio de Janeiro, a greve prejudicou o funcionamento de 170 agências, todas localizadas também na região central da cidade. A greve de ontem foi apenas de advertência. Os bancários ameaçam cruzar os braços em definitivo a partir do próximo dia 6 caso não cheguem a um acordo sobre o reajuste salarial. Os bancários pedem reajuste de 11,77%, participação nos lucros maior, garantia de emprego e 14º salário, entre outras coisas. Já os bancos oferecem 4% de reajuste, abono de R$ 1.000 e participação nos lucros de 80% do salário mais R$ 733 fixos. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) informou que a greve realizada pelos bancários fechou apenas 3% das agências em todo o País. Segundo o superintendente de relações do trabalho da Fenaban, Magnus Apostólico, ?o movimento foi pequeno?, afirmou.