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Nº 5730
Nacional

Palocci recebe novo ultimato de CPI

| O Globo Com Agência Brasil O presidente da CPI dos Bingos, senador Efraim Morais (PB), promete colocar em votação, na semana que vem, o requerimento de convocação do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, caso ele não se manifeste até o fim do dia. E

Por | Edição do dia 21/01/2006 - Matéria atualizada em 21/01/2006 às 00h00

| O Globo Com Agência Brasil O presidente da CPI dos Bingos, senador Efraim Morais (PB), promete colocar em votação, na semana que vem, o requerimento de convocação do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, caso ele não se manifeste até o fim do dia. Efraim disse que a comissão deu prazo até ontem para o ministro responder ao convite de comparecimento, mas até a noite de ontem Palocci não havia se manifestado. “Demos um prazo. Se não for cumprido, só nos resta colocar a questão em votação”, afirmou o senador pefelista. No início da semana, o senador alertou o chefe da equipe econômica do governo sobre o prazo-limite. Segundo o pefelista, apesar de ter comparecido três vezes ao Congresso no ano passado, a presença de Palocci ainda é primordial para o esclarecimento dos fatos. Palocci terá de explicar supostas denúncias de irregularidades quando era prefeito de Ribeirão Preto (SP). Entre as acusações, está a de pagamento de propina por empresas que prestavam serviços à prefeitura para a suposta formação de um caixa 2, para financiar campanhas do PT. Em troca, a empresa receberia recursos da prefeitura de notas fiscais superfaturadas. cpi das privatizações Sete partidos já indicaram metade do número de integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Privatizações. A comissão, que terá 24 parlamentares, foi criada na semana passada a partir de requerimento apresentado em 2003 pelo deputado José Divino (PMR-RJ). A CPI pretende investigar todas as privatizações feitas no Brasil entre 1990 e 2002, que aconteceram por meio do Programa Nacional de Desestatização (PND). A comissão deve também apurar os critérios adotados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a concessão desses empréstimos. O PMDB, PFL/PRONA, PP, PL e PV não indicaram seus integrantes até o momento. Depois da indicação dos partidos, a formação da CPI será lida em plenário. A partir daí, os integrantes têm 120 dias para concluir os trabalhos. O líder da Minoria na Câmara, José Carlos Aleluia (BA), defendeu o alongamento do prazo de cobertura da CPI criada para investigar as privatizações realizadas entre 1990 e 2002. De acordo com Aleluia, não faz sentido a Câmara investigar as privatizações somente até 2002. O pefelista disse que no governo Lula há fortes indícios de “acordos espúrios envolvendo empresas públicas”.

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