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Nº 5730
Nacional

Pescadores de AL v�o receber verbas

| AGÊNCIA BRASIL Rio de Janeiro A subsidiária do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES Participações-Bndespar) vai subscrever ações preferenciais da Empresa de Armazenagem Frigorífica Ltda. (Empaf), no valor de R$ 60 milhões, repre

Por | Edição do dia 04/02/2006 - Matéria atualizada em 04/02/2006 às 00h00

| AGÊNCIA BRASIL Rio de Janeiro A subsidiária do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES Participações-Bndespar) vai subscrever ações preferenciais da Empresa de Armazenagem Frigorífica Ltda. (Empaf), no valor de R$ 60 milhões, representativos de 33,28% do capital futuro do grupo. O anúncio foi feito ontem, no Rio, pelo BNDES. Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, o projeto se destina à expansão da produção de pescado no Nordeste, beneficiando municípios dos estados de Sergipe, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. O investimento total é de R$ 211,3 milhões. A assessoria destacou que a participação do BNDES “terá impactos sociais positivos em uma região do Nordeste historicamente de baixa renda média”. A expectativa é de que sejam gerados 700 empregos diretos na indústria, dos quais 400 no processamento de tilápias e 300 na industrialização de camarões. Mercado externo No caso das tilápias, a meta é produzir 25 mil toneladas por ano, através da criação de uma rede de 2,4 mil pequenos produtores integrados. O projeto permitirá elevar a renda mensal por produtor não integrado na região dos atuais R$ 250 para R$ 600, informou a assessoria do BNDES. No caso do camarão, o objetivo do processamento é a oportunidade identificada no mercado internacional, onde o preço do produto elaborado é 30% mais alto que o da commodity. A assessoria do BNDES informou que a Empresa de Armazenagem Frigorífica encontra-se atualmente em processo de transformação para sociedade anônima, com o novo nome de Grupo Netuno. A empresa deverá abrir capital para negociação de ações na Bolsa de Valores de São Paulo e garantirá a compra de toda a produção de tilápia, como já ocorre com seus fornecedores. REFLORESTAMENTO Em Aracampina, uma comunidade de 600 habitantes, localizada na ilha de Ituqui, às margens do rio Amazonas, no Pará, a população vivia basicamente da pesca e da agricultura familiar, mas há alguns anos passou a criar gado, a plantar seringueiras e cacau, na beira do rio, prejudicando o ecossistema. As 55 famílias de ribeirinhos resolveram reflorestar a área. Começaram a tirar mudas de árvores nativas da floresta – a maior parte frutíferas – para replantar na várzea. Em quatro anos, entre 1997 e 2000, plantaram 1.500 árvores às margens do Amazonas. Em 2002, conseguiram financiamento de R$ 80 mil do ProVárzea-Ibama. Em 2003 e 2004, os ribeirinhos plantaram mais 3.500 mudas.

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