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Alckmin e esposa, Lu Alckmin, s�o investigados pela Justi�a

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| Elizabeth Lopes Estadão Online São Paulo - Na Promotoria de Justiça e Cidadania do Ministério Público de São Paulo foi aberto procedimento para investigar eventual responsabilidade da ex-primeira-dama do Estado Lu Alckmin no recebimento, de maneira gratuita, de mais de 400 peças de roupa do estilista Rogério Figueiredo. No fim da tarde de ontem, a Promotoria da Justiça e Cidadania abriu procedimentos para investigar denúncias veiculadas na imprensa sobre a aquisição, em duplicidade, pela Nossa Caixa, de 500 fornos a gás por R$ 400 mil para doação ao programa das padarias artesanais que Lu Alckmin criou ao presidir o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo. Ao desembarcar ontem em Brasília, onde fará sua primeira reunião para estruturar a campanha à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin considerou ?positivas? as investigações do Ministério Público em torno das denúncias de doação de vestidos à mulher dele, Lu Alckmin, e de suposta irregularidade no patrocínio do governo do Estado a uma revista da área de saúde. Ao mesmo tempo, Alckmin avaliou que as denúncias ?são injustas e totalmente desproporcionais?. ?Mas eu não tenho medo de cara feia, tenho a consciência tranqüila e chego a Brasília para começar uma nova jornada extremamente animado?, afirmou. A mesma Promotoria de Justiça e Cidadania investiga uma lista de 14 contratos de informatização da Nossa Caixa, no total de R$ 1,2 bilhão, sendo que alguns deles, com suspeitas de superfaturamento e de direcionamento. Direcionamento A Procuradoria-Geral da Justiça do Ministério Público de São Paulo abriu procedimento para investigar eventual responsabilidade do ex-governador nas denúncias a respeito dos contratos de publicidade da Nossa Caixa, em um suposto esquema de direcionamento de verbas publicitárias do banco para veículos de comunicação ligados à base aliada na Assembléia Legislativa de São Paulo. As informações são da assessoria de imprensa do Ministério Público estadual. A Procuradoria-Geral também iniciou procedimento para investigar as denúncias de que a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep), pagou R$ 60 mil, a título de ?patrocínio institucional? à revista Ch´an Tao, da Associação de Medicina Tradicional Chinesa do Brasil, presidida pelo médico Jou Eel Jia, acupunturista de Alckmin.

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