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Nº 5730
Nacional

Bastos se oferece para falar no congresso

| FELIPE RECONDO Folha Online Brasília - O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, enviou ontem um ofício para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Aldo Rebelo (PC do B-SP) se oferecendo para prestar esclarecimentos ao Cong

Por | Edição do dia 07/04/2006 - Matéria atualizada em 07/04/2006 às 00h00

| FELIPE RECONDO Folha Online Brasília - O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, enviou ontem um ofício para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Aldo Rebelo (PC do B-SP) se oferecendo para prestar esclarecimentos ao Congresso sobre a quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Essa atitude deve evitar a aprovação dos requerimentos protocolados pela oposição - tanto na Câmara como no Senado - que pediam a convocação de Bastos. A oposição queria que Bastos explicasse seu suposto envolvimento na violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. O nome de Bastos foi envolvido nesse episódio depois do depoimento de dois de seus assessores - o secretário de Direito Econômico, Daniel Goldberg, e o chefe-de-gabinete, Cláudio Alencar - para a Polícia Federal. Eles disseram que o ex-ministro Antonio Palocci pediu que fosse investigada uma movimentação financeira atípica na conta de Francenildo. O ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso disse à PF que entregou o extrato de Francenildo nas mãos de Palocci na noite do dia 16 de março. ### Palocci e Mattoso não fazem acareação FAUSTO SALVADORI FILHO FELIPE RECONDO Folha Online Brasília - A Polícia Federal descartou ontem uma acareação entre o ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda) e o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso para tentar esclarecer quem foi o mandante da violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Os senadores da CPI dos Bingos também descartam a hipótese de convocar os dois para uma acareação, como foi sugerido por alguns parlamentares. A PF informou por meio de sua assessoria que não há interesse em fazer uma acareação entre os dois, pois ambos deram versões muito parecidas sobre a violação. No entanto, a PF ainda avalia a possibilidade de voltar a ouvir os dois novamente em separado. Segundo a PF, as versões de Mattoso e Palocci não são exatas, mas são complementares. A PF avalia que a acareação não servirá para explorar contradições relevantes nos depoimentos. Mattoso disse à PF que entregou o extrato de Francenildo nas mãos de Palocci na noite do dia 16 de março. Ele não esclareceu de quem partiu a ordem para a violação. No dia 17, os dados da movimentação financeira do caseiro foram publicados pelo blog da revista Época . ///

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