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Nº 5730
Nacional

Sem acordo, Bastos s� vai falar na outra semana

| FELIPE RECONDO Folha Online Brasília - O ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça) deve ir ao Congresso somente na próxima semana para explicar o inquérito da Polícia Federal que apura a quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. O preside

Por | Edição do dia 11/04/2006 - Matéria atualizada em 11/04/2006 às 00h00

| FELIPE RECONDO Folha Online Brasília - O ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça) deve ir ao Congresso somente na próxima semana para explicar o inquérito da Polícia Federal que apura a quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que não houve consenso para marcar a ida de Bastos ao Congresso para esta semana. “O ideal é obter o consenso. E até agora isso tem sido impossível. Não chegamos a um acordo sobre a data”, disse Renan. Bastos enviou ontem de manhã um ofício para Renan pedindo para falar no Congresso nesta semana. Inicialmente, cogitava-se marcar a ida de Bastos ao Congresso para depois da Páscoa. ### Justiça autoriza quebra do sigilo bancário do caseiro | FAUSTO SALVADORI FILHO Folha Online A Polícia Federal conseguiu na Justiça autorização para quebrar o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. O delegado Rodrigo Carneiro Gomes, contudo, afirmou que espera uma decisão definitiva da Justiça antes de vasculhar os dados da bancários do caseiro. Com a autorização judicial, concedida na sexta-feira passada, o delegado poderia legalmente investigar a movimentação bancária de Francenildo. Mas Carneiro disse que vai esperar o julgamento do pedido de habeas-corpus contra o inquérito, movido pelo Ministério Público Federal (MPF). O Ministério Público Federal afirma que a polícia não pode usar o mesmo inquérito para investigar a ação ilegal de quem quebrou o sigilo do caseiro e ao mesmo tempo averiguar possíveis sinais de lavagem de dinheiro na conta de Francenildo Costa. Em 24 de março, os procuradores-gerais da República no Distrito Federal Gustavo Pessanha Velloso e Lívia Nascimento ingressaram com pedido de habeas-corpus para suspender a investigação de lavagem de dinheiro pela PF. Eles consideram que não há indícios que justifiquem a investigação. ///

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