Nacional
Raras, a��es contra aborto s� atingem os mais pobres
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12/11/2006 às 0h00
| ANTÔNIO GOIS Folhapress Rio de Janeiro, RJ ? No dia 27 de novembro de 2002, Regina (nome fictício) deixou seu bebê de 10 meses com uma amiga e deu entrada no Hospital Albert Schweitzer, na zona oeste do Rio, sentindo fortes dores. Sem condições financeiras de procurar uma clínica clandestina de aborto, ela tomou Cytotec, abortivo vendido ilegalmente. Seria apenas mais um de tantos casos como esse que já passaram pelo hospital, mas naquele dia começava um pesadelo. Inconformada, a médica que a atendeu resolveu denunciá-la à polícia por homicídio. ///